Grande asteroide passará 'raspando' pela Terra em novembro
  • 28 Comentários ordenar por:
  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    Escutem o que esse cara tem a dizer... 


    Tomara que ele esteja errado. Mas uma coisa concordo com ele. Se alguma merda estiver por vir, nenhum governo, nenhuma mídia vai falar abertamente ou alertar a população a respeito. E tenho dito! :P
  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    Video do Jornal Hoje:

    Tosco...
  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    A frase do minuto 1:11 pra mim diz o quanto a Nasa finge que sabe... hohoh
  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde Any 11/2011
    Eita, será que o alinhamento dele com a lua e o sol, ou com a terra e o centro da galáxia, ou com... alguma coisa vai causar teremotos na terra?
    8-}
  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    Aproximação do asteróide YU55 pode estar mais perto do que aquilo que está sendo dito

    Com toda a preocupação da aproximação do cometa YU55 e com o sistema nacional de alerta apresentado quarta-feira, tenho vindo a fazer alguma investigação e encontrei alguns cálculos de matemática interessantes. Abaixo estão alguns cálculos que me levam a acreditar que isso vai passar muito mais perto do que o que a NASA está alegando. Parece que nós poderíamos estar mais de 150.000 milhas mais perto do que está sendo dito. Dito isto, eu não acho que estamos em perigo mas levanto uma questão de porque nos levaria a crer que este vai ser passar muito mais distante da Terra do que aquilo que algumas pessoas acreditam. Leia abaixo se você é um az em matemática, Ele pode fazer algumas sentido !

    Eu sou um engenheiro e o meu trabalho envolve várias abordagens para manipulação e análise de dados. Eu tenho essa ferramenta macro eu uso dados interpolar e extrapolar. Então eu peguei as distâncias de YU55 entre novembro 04-11 (de acordo com a JPL, os dados abordagem é próximo 09 de novembro de 0.0022AU). Portanto, recebo o conjunto de dados a seguir:

    App data Ref Dist. 
    4 -5 0.0391

    5 -4 0.0312
    6 -3 0.0234
    7 -2 0.0156
    8 -1 0.0079
    9 0 0.0022
    10 1 0.0085
    11 2 0.0162

    Então eu interpolar uma base por hora. Portanto, parece algo como:

    App data Ref Dist. 
    4 -5 -0.0391
    -4.958333333 -0.038770833
    -4.916666667 -0.038441667
    -4.875 -0.0381125 
    ... ... ...

    Agora pense sobre isso por um segundo ... Primeiro de tudo, ao longo de um período de 7 dias, as trajetórias desses dois órgãos vão ser relativamente linear (reta). Portanto, a distância relativa entre os dois será linear, bem como (sem aceleração corealis ou angulares ou qualquer coisa assim). Portanto, eu não deveria ver nenhuma perturbação significativa nos dados. 
    Em segundo lugar, o dia-a-dia a distância dada pelo JPL é tomado em um intervalo de 24 hr. Tudo mais, eles interpolar (supostamente como eu fiz). Eu comparada a sua hora de distância de hora para os meus dados interpolados. Tudo estava no local até que cheguei ao 8 (dia antes / de abordagem fechar). Observei que a distância deteriorado muito mais lentamente que o meu. Então, eu criou os seguintes dados. Aviso prévio, i aplicado o uso de distância negativos e positivos para explicar a distância antes e depois da abordagem perto:

    4 -5 -0.0391
    5 -4 -0.0312
    6 -3 -0.0234
    7 -2 -0.0156
    8 -1 -0.0079
    9 0 0.0022
    10 1 0.0085
    11 2 0.0162

    E veio com isso durante o curso de 08 de novembro:

    8 -1 -0.0079
    -0.958333333 -0.007479167
    -0.916666667 -0.007058333
    -0.875 -0.0066375
    -0.833333333 -0.006216667
    -0.791666667 -0.005795833
    -0.75 -0.005375
    -0.708333333 -0.004954167
    -0.666666667 -0.004533333
    -0.625 -0.0041125
    -0.583333333 -0.003691667
    -0.541666667 -0.003270833
    -0.5 -0.00285
    -0.458333333 -0.002429167
    -0.416666667 -0.002008333
    -0.375 -0.0015875
    -0.333333333 -0.001166667
    -0.291666667 -0.000745833
    -0.25 -0.000325
    -0.208333333 9.58333E-05
    -0.166666667 0.000516667
    -0.125 0.0009375
    -0.083333333 0.001358333
    -0.041666667 0.001779167
    9 0 0.0022

    Que indica que a distância de aproximação perto é realmente 0.0000958333 AU em cerca de sete horas.

    Quando eu plotados esta data através da abordagem close (9 ou dia 0), eu vi uma finta ímpares (acima referenciado por diferentes decadência distância), indicando que a distância de aproximação suposto close (0,0022) foi mais longe do que a distância que os dados indicaria SE (0, 0,0022) não foi um ponto 'conhecido' nos dados. 
    Então, tomei a mesma abordagem, exceto usando estes dados como referência:

    App Ref data Dist. 
    4 -5 -0.0391
    5 -4 -0.0312
    6 -3 -0.0234
    7 -2 -0.0156
    8 -1 -0.0079
    10 1 0.0085
    11 2 0.0162

    Agora as coisas começam a ficar interessantes. De acordo com estes dados, eliminando a distância de aproximação suposta perto o que me deixou desconfiado, o seguinte é o que o oitavo se parece com:

    8 -1 -0.0079
    -0.958333333 -0.007558333
    -0.916666667 -0.007216667
    -0.875 -0.006875
    -0.833333333 -0.006533333
    -0.791666667 -0.006191667
    -0.75 -0.00585
    -0.708333333 -0.005508333
    -0.666666667 -0.005166667
    -0.625 -0.004825
    -0.583333333 -0.004483333
    -0.541666667 -0.004141667
    -0.5 -0.0038
    -0.458333333 -0.003458333
    -0.416666667 -0.003116667
    -0.375 -0.002775
    -0.333333333 -0.002433333
    -0.291666667 -0.002091667
    -0.25 -0.00175
    -0.208333333 -0.001408333
    -0.166666667 -0.001066667
    -0.125 -0.000725
    -0.083333333 -0.000383333
    -0.041666667 -4.16667E-05
    9 0 0.0003
    0.041666667 0.000641667
    0.083333333 0.000983333

    Que indica que a distância de aproximação perto é 0.0000416667AU = 3904 milhas em cerca de onze horas no dia 8, o que é bastante mais estreita do que 200 mil milhas.

    Isto pode não fazer sentido para alguns. Tudo o que eu estou tentando dizer aqui é que aparecem os dados JPL é inconsistente.

  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    Excelente artigo que nos faz questionar a "precisão" de cálculos da NASA:

    "Em 23 de março de 1998, o asteróide de 300 metros Apollo perdeu a terra por seis horas (isto é, passou do ponto onde a terra tinha sido seis horas antes). Se o asteróide tivesse impacto com a Terra, ele teria criado a maior explosão na história da humanidade: mil vezes mais poderosa bomba nuclear maior que nunca explodiu. O que é mais enervante a respeito deste incidente é que os cientistas não foram capazes de calcular, com precisão, quão próximo ele passaria para a terra. Não sabia se teríamos ou não impacto sobre a Terra, somente depois dele ter passado."
  • Reply to @AnonimoCovarde:Você acha que a NASA errou nos cálculos? Ela não liberou esta informação, para não causar pânico geral.
    I'm watching you...
  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    Se os cálculos do maluco que postou isso tiverem certos, bem provável @cancerman!
    Eu não duvido! :P

    Asteroide que passa 'raspando' pela Terra poderá ser visto do Brasil
    Observação precisa de telescópio com pelo menos 20 centímetros.
    Corpo celeste estará a menos de 325 mil km da Terra.

    O asteroide 2005 YU55, que está passando perto da Terra, será visível do Brasil, mas não a olho nu. Segundo o astrônomo Cássio Barbosa quem quiser observar o fenômeno vai precisar de um telescópio com lente de pelo menos 8 polegadas -- ou 20 centímetros.
    O astrônomo, que é colunista do G1, avisa que os brasileiros devem olhar para o céu na direção norte. Porém, como o asteroide vai passar muito perto, o ponto vai variar de acordo com a latitude.
    "Para tornar a observação ainda mais complicada, se moverá muito rápido no céu quando passar", completa Scott Fisher, diretor da Divisão de Astronomia da Fundação Nacional de Ciências dos EUA. A observação será mais fácil no hemisfério norte do que ao sul do Equador.
    O corpo celeste atinge nesta terça-feira (8) o ponto mais próximo de nosso planeta. A Nasa calcula que, às 21h28 (horário de Brasília), ele estará a menos de 325 mil quilômetros da Terra, ou seja, mais perto que a distância que nos separa da Lua.
    "Essa a aproximação mais rente de um asteroide que já ficamos sabendo com antecedência em toda a história", afirma Lance Benner, pesquisador do Laboratório de Propulsão de Jatos (JPL), órgão da Nasa responsável por essas contas.
    "O 2005 YU55 não vai bater na Terra, pelo menos não dentro do período que conseguimos calcular, que se estende por vários séculos", completa o especialista.
    O asteroide, que tem cerca de 400 metros de uma ponta à outra, passa com regularidade perto de Vênus, da Terra e de Marte, mas não chega tão próximo de nós há pelo menos 200 anos.
    A última vez que um corpo celeste tão grande chegou tão perto de nós foi em 1976, mas, na época, os astrônomos não previram a visita. A próxima visita de um asteroide desse tamanho está prevista para 2028.

  • Vote Up0Vote Down AnonimoCovarde alien-sex-fiend 11/2011
    Finalmente alguém que admite que os cálculos da Nasa são furados... hehehe

    Astrônomos aproveitam passagem de asteroide de raspão pela Terra para estudá-lo

    Numa daquelas raras ocasiões em que a montanha vem a Maomé, astrônomos do mundo inteiro estão acompanhando com atenção a aproximação do asteroide 2005 YU55, que vai passar de raspão pela Terra na noite desta terça-feira. Com cerca de 400 metros de diâmetro, ou do tamanho do Pão de Açúcar, essa grande rocha espacial chegará a cerca de 320 mil quilômetros do planeta às 21h28 (horário de Brasília), viajando a uma velocidade relativa de mais de 68 mil quilômetros por hora. Embora passe a uma distância menor do que a até a Lua, não há risco de colisão.
    Na noite desta segunda-feira, a Nasa divulgou novas imagens do asteroide captadas por suas antenas em Goldstone, Califórnia. Elas mostram o YU55 quando ele estava a 3,6 distâncias lunares, ou 1,38 milhão de quilômetros, da Terra.
    A visita do asteroide é uma ótima oportunidade para os cientistas aumentarem seus conhecimentos sobre esse tipo de objetos, alguns deles verdadeiros fósseis da formação do Sistema Solar, há cerca de 4,5 bilhões de anos. Classificado como do tipo C, o YU55 é composto basicamente de mineirais a base de carbono. Isso faz com que ele seja muito escuro, dificultando sua observação direta durante a aproximação da Terra, o que só será possível com telescópios com objetivas de pelo menos 15 centímetros de diâmetro. Por outro lado, sua composição o torna uma atraente fonte de recursos em futuros projetos de exploração espacial.
    Nos últimos anos, diversas sondas espaciais tiveram e têm como objeto de estudo asteroides, inclusive com planos da Nasa de realizar uma missão tripulada com destino a um deles na década de 2020. Lançada em 2005, a sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia (ESA), passou em 2008 pelo asteroide 2867 ?teins, de diâmetro médio de cinco quilômetros, e no ano passado encontrou-se com o 21 Lutetia, uma imensa rocha com mais de 120 quilômetros de extensão em seu eixo maior. Agora, a Rosetta está hibernando a caminho de seu destino final, o cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko, o qual deverá acompanhar a partir do início de 2014 desde que ele passar entre a órbita de Júpiter e Marte até o fim de 2015, quando já estiver se afastando do Sol.
    Já a sonda Hayabusa (“Falcão peregrino”), da Agência Espacial do Japão (Jaxa), partiu da Terra em 2003 rumo ao asteroide 25143 Itokawa, pela primeira vez recolhendo amostras de um asteroide e retornando-as ao planeta, que chegaram no ano passado. Enquanto isso, a sonda Dawn (“Aurora”), da Nasa, atualmente encontra-se em órbita do asteroide Vesta, o segundo maior do cinturão entre Marte e Júpiter, com 530 quilômetros de diâmetro, e em meados do ano que vem deve seguir viagem rumo ao Ceres, o maior do cinturão.
    A última aproximação de um grande asteroide como o YU55 da Terra, porém, aconteceu em 1976 e nova visita só está prevista para 2028, quando o 2001 WN5, com diâmetro estimado entre 700 metros e 1,5 quilômetro, deverá chegar a 250 mil quilômetros do planeta. Segundo Alexandre Cherman, astrônomo da Fundação Planetário do Rio de Janeiro, o YU55 não seria um destino viável para missões espaciais, pois sua descoberta recente, em 2005, não daria tempo para o planejamento e lançamento de uma nave, que leva em torno de dez a 15 anos. Além disso, só no ano passado a trajetória dele nesta aproximação foi determinada com certeza.
    "O WN5, por sua vez, não é um asteroide representativo como os do cinturão, objetos maiores que se acredita serem fósseis da formação do Sistema Solar", conta Cherman. "Planetesimais como o Lutetia, por outro lado, podem trazer pistas sobre as origens da Terra. Imagine que pudéssemos despedaçar nosso planeta. Isso não seria bom para a gente, claro, mas seria uma boa forma de estudá-lo. Assim, temos que aproveitar a possibilidade de já termos uma planeta despedaçado pelo cabo de guerra gravitacional entre o Sol e Júpiter na nossa vizinhança para fazer isso".
    O astrônomo do Planetário destaca que o YU55 não apresenta nenhum risco para a Terra no médio prazo. Pelos cálculos atuais, as chances dele colidir com o planeta nos próximos cem anos são de uma em 10 milhões. Sua órbita, no entanto, poderá sofrer grandes alterações neste período, já que em 2029 ele passará de raspão por Vênus. Isso faz com que, na sua volta para a vizinhança da Terra em 2041, a distância estimada da passagem varie entre 300 mil quilômetros a até quase 50 milhões de quilômetros.
    "A verdade é que os planetas ainda vão influenciar muito a órbita do asteroide e por isso ainda não sabemos direito sua configuração completa", reconhece Cherman.  "Como ele vai passar perto da Terra agora, isso vai alterar sua órbita e a nova aproximação com Vênus vai alterá-la ainda mais".
    Da Agência O Globo
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